quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Pacientes do Caps passam a frequentar o Emeja

Recentemente, o Centro de Atendimento Psicossocial (Caps) e a Escola de Jovens e Adultos Alberto Tomelin (Emeja), realizaram uma parceria. A ação é desenvolvida pela Prefeitura de Rio Negrinho e visa incluir socialmente os pacientes do Caps na educação, com a criação de uma turma de Alfabetização Diferenciada para Inclusão.
Na Secretaria de Educação o trabalho é coordenado pela equipe do AEE – Atendimento Educacional Especializado, representado por Cristiane Vaz, diretora do Departamento de Educação Especial. Através da parceria, foi oportunizada a criação de uma turma de Alfabetização Diferenciada para Inclusão. Essa turma é atendida na Emeja, acompanhada pela professora de AEE, Simone Neppel e os primeiros resultados mostram que a inclusão através da alfabetização é uma conquista de possibilidades.
“Com todo esse processo, o desenvolvimento é uma consequência de uma educação para todos. Uma das metas da Secretaria de Educação de Rio Negrinho”, explica Darli Frota Tândalo, secretária de Educação.



Mostra de Dança será dias 22 e 23 de setembro

Já estão abertas as inscrições da 7ª Mostra Municipal de Dança, promovida pela Prefeitura de Rio Negrinho, através da Fundação de Cultura e Secretaria de Educação. As apresentações ocorrem nos dias 22 e 23 de setembro, no Ginásio de Esportes do Briskão. No palco, poderão se apresentar bailarinos nas categorias Baby, Mirim, Infantil, Infanto-Juvenil, Juvenil e Sênior.
As inscrições poderão ser feitas até o dia 11 de setembro, na Secretaria de Educação ou na Fundação de Cultura, onde também poderão ser obtidas maiores informações sobre a Mostra. As apresentações poderão ser nos gêneros Jazz, Balé, Dança Contemporânea, Danças Urbanas, Dança de Salão, Danças Populares, Sapateado e Estilo Livre, nos subgêneros de Solo, Duo, Trio e Conjunto.
“Entre os objetivos da mostra está o de identificar o movimento humano como meio de expressão e de relações entre as pessoas e evidenciar a linguagem corporal, pois o ser humano se expressa através do movimento”, explica o presidente da Fundação de Cultura, Adilson Figueiredo. Já a secretária de Educação Darli Frota Tândalo ressalta a valorização dos talentos da cidade. “Queremos valorizar a dança em um âmbito municipal, estimulando a criatividade e o entrosamento entre os grupos”, analisa ela.


Confira o Regulamento completo aqui: http://www.rionegrinho.sc.gov.br/download.php?id=8400


Escola Prefeito Henrique Liebl comemora Dia do Estudante em grande estilo

     A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Prefeito Henrique Liebl, do bairro Jardim Hantschel, com o apoio do Núcleo Escolar de Tecnologia e Comunicação (NUTEC) da Secretaria de Educação de Rio Negrinho, organizou uma semana de atividades comemorativas ao Dia do Estudante. O objetivo foi incorporar a cultura familiar dos alunos às atividades escolares.
     Silvia Maria de Brito, coordenadora do NUTEC, explica que foi organizado dois recreios com Sarau Especiais, valorizando a música em todos os seus estilos, atividade que já vem sendo realizada mensalmente desde o início do ano, com o diferencial, nesta data, de contar com convidados especiais abrilhantando o evento.
     O primeiro, no dia 08, contou com a participação do Professor e Vereador Luciano Alves que, com seu violão, executou músicas de Vinícius de Moraes e Milton Nascimento. No mesmo dia à tarde, os professores da Escola de Música Professor Valdeci Maia, que compõem o Duo de Chorinho apresentaram músicas com violão e saxofone, enriquecendo o evento cultural. Já no dia 09, o professor Felipe Szabunia, do Instituto de Música Felipe Szabunia trouxe músicas sucessos das rádios, principalmente sertanejo raiz, sendo acompanhado no matutino pelos alunos Thiago Anton e Victor Américo com violão. “Os alunos participaram ativamente das músicas executadas”, comenta.
     No dia 10, valorizando a cultura de Rodeio presente na vida dos alunos das localidades interioranas, foi realizado o I Torneio Interno de Vaquinha Parada, divido em categoria Infantil e Infanto-Juvenil, sendo premiados os alunos participantes com medalhas.
     Na dia 11, dia do Estudante, por sugestão dos alunos do Nutec, aconteceu o I Torneio Interno de Vídeo Game Anos Finais. Foram três salas com jogos, dois competitivos e um para diversão. Em duas salas os alunos puderam competir em jogos de futebol e corrida de moto em Playstation 2. Em uma sala foi instalado o Kinect em Xbox360 com jogo de dança para divertimento dos alunos.
     Como recompensa por todo o trabalho de organização das atividades, os alunos do Nutec festejaram com uma fabricação de bolachas de melado, patrocinada pela organizadora do Nutec, Silvia Maria de Britto e Denise Baumer, professora do Pré Integral que também realizou a atividade prática do Projeto “Aula de Culinária” que vem desenvolvendo com seus alunos. “Foram momentos de descontração e, ao mesmo tempo de concentração e disciplina, valorizando as diversas potencialidades dos alunos nas atividades escolares”, finalizou Silvia.








Folclore na EMEBI Tomas Gasser

     Durante o mês de agosto foi trabalhado em nossas unidades escolares o Folclore , onde o objetivo foi: Resgatar, vivenciar e valorizar manifestações da cultura popular brasileira, realizar atividades que envolvam tradições folclóricas de nossa cidade e região, envolver as famílias nas atividades desenvolvidas nas unidades escolares.
     Para finalizar no dia 25/08 tivemos o “1º festival Folclórico” com cirandas, degustação de cucas mateadas e exposição de trabalhos feitos durante este projeto.







Palestra para os alunos da EMEB Arnaldo sobre meio ambiente

Palestra para os alunos da EMEB Arnaldo com a Bióloga Suelin Gruber da Silva sobre meio ambiente, visando a consciência dos três Rrs, reduzir, reciclar e reutilizar. Os alunos da EMEB iniciaram o projeto horta reutilizando pneus.





segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Alunos do CAPS no EMEJA

Os traçados de uma existência as vezes nos impõem algumas impossibilidades pessoais. Mas independente do tempo, ou do momento sentir-se incluído no mundo letrado é uma conquista indescritível no campo social e na vida pessoal, um movimento de inclusão social de conquista de direitos e vitórias pessoais.
Um passo a frente do momento e de garantia de direitos, foi com esse intuito que o CAPS – Centro de Atendimento Psicossocial, a Escola de Jovens e Adultos Alberto Tomelin – EMEJA e o AEE – Atendimento Educacional Especializado representado na pessoa da sra Cris Vaz, diretora do Departamento de Educação Especial da Secretaria Municipal de Educação, firmaram uma parceria, oportunizando a criação de uma turma de Alfabetização Diferenciada para Inclusão, essa turma é atendida na EMEJA, acompanhada pela professora de AEE, Simone Neppel e os primeiros resultados mostram que a inclusão através da alfabetização é uma conquista de Possibilidades. Com todo esse processo o desenvolvimento é uma consequência de uma educação para todos. Uma das metas da Secretaria de Educação de Rio Negrinho, representada na pessoa da Senhora Darli Frota Tândalo, Secretária Municipal de Educação.




Semana da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla

A LBI – Lei Brasileira de Inclusão no capítulo IV art. 27 trata que “A educação constitui direito da pessoa com deficiência, assegurados sistema educacional inclusivo em todos os níveis e aprendizado ao longo de toda a vida, de forma a alcançar o máximo desenvolvimento possível de seus talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, segundo suas características, interesses e necessidades de aprendizagem”.
Nesta semana a EMEB Prefeito Henrique Liebl realizou atividades referente à Semana da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, nas aulas com a professora Andréia Veiga de Educação Física e a professora Edenize de Fátima Prestes do Atendimento Educacional 
As atividades tiveram como objetivo sensibilizar os alunos para os direitos de igualdade, cidadania, convivência, valorização das diferenças, inclusão social. Com atividades que simulavam algumas deficiências, os alunos praticaram atividades físicas, sentindo em si mesmos as dificuldades em realizar os exercícios que uma pessoa com deficiência sentiria. Após realizadas, os alunos foram convidados a refletirem sobre como acolher e ajudar o colega com deficiência, sobre as qualidades e competências que este aluno tem, das coisas que ele sabe, do que gosta, e que para isso é preciso uma aprendizagem cooperativa, pois a sala de aula deve ser um espaço coletivo. Para que este princípio inclusivo se concretize, é preciso a colaboração e sensibilização de todos. Concluída a explanação, na turma do 9º ano 2 cada aluno registrou o que aprendeu com a aula:

SABRINA CARDOSO: “Tudo isso um aprendizado não só pra mim, mas para a sala toda...” “...eu achei esta aula incrível.”

TACIANE DIAS: “Eu me senti (na brincadeira de deficiente visual) muito dependente das pessoas...” “... tive que escutar a voz da professora...” “...achei muito legal esta brincadeira, porque pudemos ver, sentir o que uma pessoa especial passa...”...” devemos ter amor e carinho no coração e pensar mais nas pessoas.”

ARILDO INÁCIO JÚNIOR: “Eu aprendi nesta atividade realizada é que nós devemos ajudar...” “...eu não entendia o problema do nosso amigo, mas hoje eu compreendo...”

MATEUS FERNANDES: “Essa experiência me trouxe até uma conclusão...” “... por mais que essa pessoa não possa fazer toda atividade física, por dentro ela tem muita vontade de fazer”.

JACKSON BRAZ: “Bem eu senti uma dificuldade enorme, primeiro de ficar sem uma mão e  depois, amarrar os dois pés. Reparei que ser uma pessoa especial não é fácil (os outros vão fazer pra mim) mas ficar sem falar e ouvir é difícil demais”.

GEOVANA NAGEL: “Foi difícil mas não impossível de realizar...” “...muitas vezes julgamos as pessoas com algum problema.”

LUCAS DELFES: "É muita dificuldade para se movimentar...” “... Aprendi que deve se valorizar a vida”.

STEFANY TAINÁ TEODORO: “Uma coisa é olhar, outra é você poder entender realmente como é. Quem vê essa pessoa que conhecemos com deficiência, não sabe como é difícil para ele. Outra coisa é você passar pelo que ele passa, para daí compreender. Mais do que nunca hoje ele tem todo o meu respeito...” “... que ele possa ter sempre essa capacidade de estar sempre sorrindo”.

NICOLY: “Me senti muito debilitada por ter que depender de várias pessoas para conseguir me movimentar, agoniada por não conseguir ver ao meu redor...” “Aprendi que devemos ajudar quem tem dificuldades.”

ÉRICA STOEBERL: “Aprendi que devemos respeitar uns aos outros, independentemente das dificuldades que tem, pois ninguém, além deles, sabe como é estar assim, por isso devemos sempre nos colocar no lugar do outro.”

DENILSON SANTOS: “Uma dificuldade para andar, como se tivesse uma deficiência física, fizemos na atividade.”

EDSON LUÍS: “É muito ruim andar assim...” “... por isso ele diz que dói...” "Eu aprendi que tudo o que a gente quer, tem que correr atrás.”


KAMILA TREML: “Na atividade eu me senti sozinha e agoniada...” “...nunca imaginei passar por isso”. “...não pode passar por uma pessoa com deficiência e fazer de conta que nem viu.”
        
JACKSON LUIZ FERREIRA:  “... caí umas 4 vezes, mas é uma experiência legal para ver como nosso amigo sofre...” “Aprendi que tenho que respeitar também os especiais assim como todo mundo.”


ANDRIELE CAMILE CARNEIRO: “Achei super diferente, nunca esperava passar por uma situação assim, é difícil estar vendada sem saber onde está, sem a ajuda de alguém”... “... agora sei porque as pessoas deficientes precisam de coisas diferentes.”

KENELY TEODORO: “Esta experiência foi boa, fez a gente pensar nas pessoas que tem dificuldades...” “...tive que pedir ajuda às minhas colegas para amarrar o cabelo. E entendi que é porque as pessoas especiais precisam de ajuda.”

VIVIANE: “Que tudo o que vivemos hoje, precisamos uns dos outros, de uma pessoa amiga que possa nos ajudar nos momentos difíceis da vida.”

SCHAUANE KELLY: “...na atividade eu caí no chão e precisei da ajuda da Kamila e do professor Amilton para levantar...” “...senti agonia, desespero, falta de equilíbrio e na mente fiquei triste por não conseguir fazer o que os outros faziam. Aprendi que não é fácil, que com tantas dificuldades muitos se sentem isolados.” “Devemos respeito, carinho...” “...pois somos todos iguais, cada um tem o seu problema, ninguém é perfeito.”












Parada Pedagógica CAEs

A Parada Pedagógica dos CAEs Professor Elias Graboski e Nova Esperança oportunizou momentos de grande aprendizado para ambas as equipes, com a palestra sobre desenvolvimento cognitivo com João Angelo Bassani.
Foi realizada também a revitalização do Muro do CAE Nova Esperança pelos professores e funcionários das duas Unidades.



Alunos da Rádio Escola da EMEB Pedro Henrique visitam o Jornal Perfil

Cantinho da Leitura EMEB Pedro

Ter um espaço especial dentro da sala de aula para a leitura é uma maneira de atrair os alunos e convidá-los a ler.
Diz a Professora Isabel Cristina de Souza "A escola é de pequeno porte e não disponibiliza de uma biblioteca ou espaço para a leitura. Outro fator relevante é a falta do hábito de leitura e as dificuldades dos alunos na leitura e escrita. Então, incentivar a leitura através do Cantinho da leitura. Num país castigado pelo analfabetismo, projetos de incentivo à leitura deveriam ser bem-vindos, pois, são fundamentais para o desenvolvimento do indivíduo. A leitura para estudar, faz parte da rotina nas salas de aula, tem suas funções pedagógicas, mas não faz despertar a paixão pela literatura. Quem descobre prazer numa obra literária nunca mais para de ler. Quando chega ao fim de um livro, já está louco para abrir o próximo. E só tem a ganhar com isso. Pensando nesses aspectos o Cantinho da Leitura pode propiciar tais sensações aos alunos da escola.




quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Parada Pedagógica CAE Nova Esperança

Dia 22 de agosto de 2017, parada pedagógica matutina com Cae Nova Esperança, Cae Elias Grabonski e EMEB Adélia da Luz Souza, participaram da palestra sobre desenvolvimento cognitivo com o professor João Ângelo.
Dia 23 de agosto de 2017, parada pedagógica vespertina voltada para a interação dos CAEs: Cae Nova Esperança e Cae Elias Grabonski.





Agradecimento CMEI João e Maria

Gostaríamos de agradecer aos pais, funcionários, APP do CMEI João e Maria e a todos que colaboraram de alguma forma para que nos fosse possível a conquista da colocação do Toldo em frente às salas. Agora nossos alunos poderão usufruir de um ambiente mais aconchegante nos momentos de brincadeiras. Isso só foi possível graças ao trabalho em equipe desenvolvido por todos.


quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Primeiros Socorros

     No dia 23 de agosto, durante a parada pedagógica da EMEB Arnaldo Almeida de Oliveira o Corpo de Bombeiros juntamente com o SAMU estiveram capacitando os professores para atendimento de primeiros socorros.



Conhecendo a Estação

     Como parte do trabalho desenvolvido pela docente de Artes Genilze K. Keller, os alunos da Pré-Escola do CMEI ESPAÇO CRIANÇA foram visitar a Nossa Estação Ferroviária. Um passeio pedagógico e cultural, onde os alunos puderam relacionar a Maria Fumaça com a Obra estudada em sala de Tarcila do Amaral.


     Na ocasião os alunos puderam observar diversos elementos relacionados a história da Maria Fumaça, tendo uma excelente aula sobre o assunto com o Sr. Everaldo Pilz , onde mostraram ter muita curiosidade e interesse.
     Este passeio foi muito produtivo, utilizando e valorizando essas práticas educativas os alunos aprendem e se divertem.









Projeto Chapeuzinho Vermelho – Folclore Regional

     Durante a semana dos dias 14 a 18 de agosto de 2017 as professora Aline, Josiane e Lilian trabalharam o projeto Chapeuzinho Vermelho – Folclore Regional, com as turmas Berçário, Maternal e Nível I com objetivo de Interagir, conhecer atividades e tradições folclóricas de nossa cidade e do interior do nosso município, inclusive características regionais.
     Atividades que foram desenvolvidas buscando a experimentação, a vivência e novas possibilidades durante o projeto.

1 – Contação de uma história sobre o Chapeuzinho Vermelho.
2 - Cantar, música (Pela estrada fora, Eu sou o lobo mau).
3 – Atividades de dobraduras.
4 – Confecção da chapeuzinho, lobo e vovó.
5 – Brincadeiras – Passeio pela floresta com degustação de frutas.
6 – Atividade de colagem.
7 – Ensaio da Ciranda, (Da Abóbora Faz Melão).