sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Secretarias se unem para solucionar problemas de aprendizado

Depois de uma importante palestra realizada aos profissionais de educação e saúde, no Centro de Excelência, no mês de agosto, pela palestrante Luci Pfeiffer, formada em medicina, Especialista em Pediatria pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Doutora em Saúde da Criança e Adolescente, formada em Psicanálise de Crianças e Adolescentes, Presidente da Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente Dedica e membro do Departamento Científico de Segurança da SBP, sobre o uso do medicamento Ritalina, usado no transtorno de déficit de atenção/hiperatividade o estudo seguiu.
  Nessa quarta-feira, 24, representantes da Secretaria da Saúde, Família e Educação se reuniram para avaliar a palestra e dar continuidade na proposta.  A tarde de estudos rendeu vários debates desde a sensibilização dos professores os primeiro a trabalhar com as crianças até os novos passos para a melhoria do aprendizado e a diminuição do número de usuários do medicamento. “Vamos trabalhar preventivamente, avaliando a criança como um todo, analisando intensamente entre as três secretarias e respeitando os desvios de padrão existentes e as fases do desenvolvimento da criança”, destacou a enfermeira e coordenadora da atenção básica, Fabiane da Luz da Secretaria de Saúde.
Com um número que chega a casa dos 7.500 alunos da rede municipal de ensino, e com poucos profissionais na área de psicologia, assistência social e apenas três psicopedagogas, os atendimentos precisam cada vez mais acontecer de Maira multiprofissional. “Eu entendo que a situação é difícil, mas posso afirmar que cada vez mais nosso professor precisa amar muito o aluno e ensinar essa é a saída”, destacou a psicopedagoga Lilian Reinerh.
A proposta de um segundo encontro acontecer para aprofundar o tema com a palestrante Luci e os professores, foi sugerido pelo médico Luiz Eduardo Rodrigues.  “Hoje acontece uma inversão, 90% dos casos sendo encaminhado ao neurologista, essa avaliação não é só do medico de identificar porque a criança não aprende, mas da sociedade como um todo, cada um tem seu papel neste processo. Não podemos apenas medicar temos que identificar a fonte do problema, um exemplo é a exploração sexual em uma criança, seu comportamento é diferente das demais, para chamar atenção”, falou o médico explicando a necessidade das pessoas e secretarias interagirem.
 

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